FUNDAÇÃO ORLANDO PANTERA

A “Fundação Orlando Pantera” consiste num projeto delineado por Darlene Barreto, filha de Orlando Pantera, que tem trabalhado no processo de recolha de tudo quanto foi deixado pelo pai, tais como acervos pessoais, composições e principalmente o legado do trabalho social que Orlando Pantera fez ao longo da sua existência.

Deste modo o objetivo da Fundação e de outros projetos traçados, visam enaltecer o nome de Orlando Pantera principalmente no que diz respeito a projetos sociais para crianças e adolescentes tendo como base o ensino da arte e cultura cabo-verdianas.

O processo de oficialização de uma fundação em Cabo Verde exige que se tenha um fundo de constituição no valor de 1.000.000 esc (1 milhão de escudos cabo-verdianos) o equivalente a 10.000€.  É neste sentido que a filha de Orlando Pantera, está a organizar um conjunto de iniciativas para angariar o montante mínimo exigido para oficialização da Fundação e assim dar vida aos projetos que há muito tempo tem guardados na gaveta.  Esta campanha de crowdfunding é uma destas iniciativas que tem como objetivo envolver a comunidade cabo verdiana na diáspora e todos os fãs e admiradores de Orlando Pantera.


Como exemplo estão os seguintes projetos planeados para desenvolver através da Fundação Orlando Pantera:

  • Lançamento Album composições Orlando Pantera;
  • Documentário sobre a vida e obras de Orlando Pantera;
  • Museu Orlando Pantera;
  • Ensino de artes e cultura Cabo Verdiana para crianças e adolescentes mais desfavorecidas;

Instagram: fundacaoorlandopantera  
Facebook: Orlando Pantera 

BIOGRAFIA
Orlando Monteiro Barreto, mais conhecido como Orlando Pantera, nascido a 1 de novembro de 1967 em São Lourenço dos Órgãos, ilha de Santiago, Cabo Verde, foi um músico e  compositor, multi instrumentista, considerado precursor de um novo estilo na música cabo-verdiana.

Pantera desde muito cedo mostrou-se interessado pela música. Iniciou a sua formação musical aos 15 anos, altura em que interrompeu os seus estudos liceais para aprender guitarra clássica com o professor José Francisco (Kubala). 
Fez parte de várias grupos musicais como baixista dos quais destacam-se CapeVerdean Jazz Band, Gama 80 e Pentágono, contribuindo também com composições que são do conhecimento público como “Xuvero d’iluzon” interpretado por Danilo Semedo e  “Mandela” por Djudja.

Foi nos anos de 90 que Orlando Pantera começou a dar mais nas vistas como músico/compositor quando 3 das suas composições integraram o álbum dos Tubarões “Porton di nôs ilha” - Tunuka, Ka fila e Serenata - que lhe consagrou o prêmio de compositor do ano 1994 com a música Tunuka.
A dimensão do artista Orlando Pantera ganhou visibilidade a nível nacional e internacional com a sua participação em vários projetos culturais, dos quais se destacam-se:

- Direção musical e composição para as peças “Até ao fim”, “Petu”, “CV matrix 25”, com o grupo de dança Raiz di Polon;
- Músico, compositor e assistente do Diretor Musical para a peça “Uma História da Dúvida” da companhia de dança de Clara Andermatt. As suas composições também fazem parte da peça “Dan Dau” da mesma companhia;
- Composição e Direção Musical da peça “Raboita di Rubon Manel” do grupo OTACA  - peça apresentada no festival de teatro Mindelact na cidade do Mindelo, ilha de São Vicente em 2000;
- Composição para a peça “Os Dois irmãos” de Germano Almeida (Mindelo, 2000); 
- Festival “Sete Sóis Sete Luas” realizado em Santo Antão o qual foi-lhe atribuído o prémio de Artista Revelação (2000), feito que lhe abriu portas à sua carreira como artista a solo;
- Documentário “Mais Alma” de Catarina Alves Costa que descreve a situação dos artistas em Cabo Verde no ano de 2000.
- Participação nos festivais de música Gamboa e Baía da Gatas no ano de 2000 com a banda ARKORA.

Concluído um dos projetos da Clara Andermatt em Lisboa, Pantera regressa a Cabo Verde para estar com a sua família e com o objetivo de focar no seu projeto e desenvolvimento de composições para o seu primeiro trabalho a solo no ano de 2000. Infelizmente, a 1 de março de 2001, altura em que preparava a sua ida a Portugal para dar mote ao seu grande sonho, gravação do seu primeiro álbum com o grupo ARKORA, ele faleceu deixando-nos uma obra de qualidade ímpar  de inspiração a vários artistas. 

As suas composições podem ser ouvidas na voz de grupos musicais e intérpretes cabo-verdianos, como os Tubarões, Pentágono,  Grace Évora, Mário Rui, Djudja, Felipe Barros, Lura, Mayra Andrade, e outros. 
  • Anônimo 
    • 100 € 
    • há um mês
  • Monica Garcia 
    • 85 € 
    • há um mês
  • Anônimo 
    • 40 € 
    • há um mês
  • Claudia Garcia 
    • 40 € 
    • há um mês
  • Edineide Rosa 
    • 50 € 
    • há um mês
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Equipe de arrecadação de fundos (3)

Bruno Barbosa 
Organizadora
80 € arrecadados de 4 doações
Amadora
Darlene Barreto 
Membro da equipe
310 € arrecadados de 7 doações
Helder Cardoso 
Membro da equipe
185 € arrecadados de 2 doações
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