SILVESTRE - Funds for Post-production Studio

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BREVE APRESENTAÇÃO

O meu nome é Rúben Gonçalves e trabalho em cinema desde 2013, ano em que concluí os estudos na ESTC. Depois de realizar o documentário INFÂNCIA, ADOLESCÊNCIA, JUVENTUDE (http://www.portugalfilm.org/film/detail/infancia_adolescencia_juventude?r=419), filmei agora o meu primeiro filme de ficção, a curta-metragem SILVESTRE.


SOME INTRODUCTORY WORDS

My name is Rúben Gonçalves and I've been working in cinema since 2013, the year in which I graduated from the Lisbon Theatre and Film School. Having previously directed the documentary feature CHILDHOOD, BOYHOOD, YOUTH (http://www.portugalfilm.org/film/detail/infancia_adolescencia_juventude?r=419?r=608estc), I just shot my first fiction film, the short SILVESTRE.



A IMPORTÂNCIA DO SEU APOIO

Num ano virado do avesso devido a uma pandemia global, que foi particularmente devastadora para todos aqueles que trabalham na área da cultura, tivemos a sorte de filmar esta ideia que eu vinha desenvolvendo desde 2017, em Outubro, com a ajuda e trabalho de vários amigos e colegas. O filme SILVESTRE foi apoiado pela Fundação Calouste Gulbenkian e pela Fundação GDA.

O dinheiro que obtivemos só pôde cobrir os gastos da rodagem – aluguer de décores, honorários da equipa técnica e artística, alimentação, deslocações e arte.  O cinema é um trabalho coletivo e dispendioso; aqui, o dinheiro dos apoios obtidos foi essencial para que as coisas acontecessem, num espírito de entre-ajuda e compreensão de todos os envolvidos em relação àquilo que eram as circunstâncias em que iríamos filmar.

A montagem já está fechada, estamos a fazer a montagem de som neste momento, mas ficará por terminar a última fase do filme – ir para estúdio fazer as misturas de som e a correcção de cor, passos fundamentais para que o filme (no qual tanto tempo e esforço foi já investido, por mim e por toda a gente envolvida no processo) seja concluído e tenha as condições certas para ter uma estreia em sala. Para isto, precisaremos de 2.000€, valor que assegurará os 6 dias em estúdio necessários. Esta campanha é então o última etapa para conseguir o dinheiro de que precisamos. Todos os que contribuírem terão uma menção especial nos créditos finais. Muito, muito obrigado!

THE MEANING OF YOUR SUPPORT

In a year that was turned upside down due to a global pandemic, which was particularly devastating for all of those working in the culture sector, we were lucky enough to shoot this film which I'd been developing since 2017, in October, with the help of several friends and colleagues. The film was supported by two Portuguese institutions, the Calouste Gulbenkian Foundation and the GDA Foundation.

The money we had could only cover the shooting costs – to pay for the the places where we shot, cast and crew salaries, food, transportation, and art direction. Filmmaking is a collective and costly effort; here, the funds we had were essential to make things happen, in a spirit of cooperation and understanding among everyone involved as to what were the circumstances in which we were going to shoot.

The editing is finished already, we are working on the sound edit right now, but the last part of the process is still to take place – going to a studio to do the sound mix and color grading, both fundamental steps for the film (to which so much time and effort was put by me and everyone involved in the process of making it) to be concluded properly for a theatrical realease. For that we will need 2.000€, an amount which will ensure we'll have the 6 days in studio necessary. This campaign is the last effort to obtain the money we need. All those contributing here will have a special mention in the closing credits. Thank you so much for your help!



SINOPSE

Quase a completar trinta anos, Silvestre apercebe-se do frágil equilíbrio em que assenta a sua vida. Há coisas que talvez seja possível mudar ainda — para outras, é já demasiado tarde.


SYNOPSYS

Almost turning 30, Silvestre comes to realize the delicate balance in which his own life lies. There are some things that perhaps it is still possible to change – for others, it's already too late.



ALGUMAS NOTAS A RESPEITO DO FILME

Mantenho um bloco de notas que encaro como um espaço onde reflito sobre o que na minha vida se vai tendo lugar – o que dentro dessas coisas que acontecem me intriga, ou cujo sentido tento compreender. SILVESTRE partiu daí – de olhar para alguns apontamentos de situações que vivi, ou que chegaram até a mim pelos outros. Sabia desde o início que me interessava trabalhar a relação deste rapaz com a vida por resolver com as pessoas em volta, cuja situação parece desenhar continuamente uma tensão com aquela que é a dele; sabia também que queria falar deste sentimento de coisas maiores, que não controlamos,  determinarem a nossa vida... a sensação de que há coisas que já não conseguimos mudar em nós, coisas que se calhar já não conseguimos agarrar.

Interessava-me também este segundo coming of age que sinto estar a experimentar, e que as pessoas que me são mais próximas parecem estar a viver também, agora que nos aproximamos de completar trinta anos. Algumas questões são as que sempre me inquietaram, mas parecem adquirir outro peso, outra gravidade; ao mesmo tempo que me confronto, agora, com outras que antes não me preocupavam.

Inicialmente imaginei que Silvestre tivesse cerca de vinte e um, vinte e dois anos; era assim que o pensava nas primeiras versões do argumento, há quase quatro anos atrás. Entretanto resolvi que o que faria mais sentido era reposicionar a personagem num lugar que estivesse mais alinhado com aquilo que eu próprio estou a viver, intrigado por esta ideia dele enquanto alguém que não conseguiu resolver esses conflitos com que todos mais ou menos deparamos no decorrer dos nossos 20s (a ânsia pela construção de uma independência, a necessidade uma estabilidade, não só material mas emocional), descobrindo-se numa espécie de beco sem saída. É essa a história que me propus contar.


com PAULO DINIS, LUÍS LOBO PIMENTA, CLEO TAVARES, JOÃO PEDRO MAMEDE, RITA MARTINS, JOANA JESUS


argumento e realização RÚBEN GONÇALVES produção PEDRO HENRIQUE som DANA SANTOS (DI DI) & INÊS ADRIANA direção de fotografia ANA MARIZ montagem MARGARIDA MENESES assistência de realização CATARINA CAMPOS & MADALENA FRAGOSO anotação FLÁVIO GONÇALVES decoração TATIANA RAMOS guarda-roupa LUÍS BRÁS assistente de câmara ANA RAMOS electricistas VÍTOR CARVALHO & FRANCISCO PIRES

SOME REMARKS ABOUT THE FILM

I keep a notebook that I see as a space where I wonder about what takes place in my life – what intrigues me about the things that happen, or the things whose meaning I try to fully grasp. SILVESTRE springs from there – from looking at the notes I've written about situations I've gone through, or that I've heard from others. I knew from the beginning that I was interested in exploring the relationships between this character who feels like he has his life to fix and the people around him, whose situation seems to continually form a tension with his own; I also knew that I wanted to talk about this feeling of things bigger than us, which are out of our control, impacting our lives... the sense that there are some things about us which we cannot change, while there are others which are already out of reach.

I was also interested in this second coming of age which I feel like I'm going through now, and that the people closer to me also seem to experience, now that we are all about to turn thirty. Some questions are the ones that somehow have always been part of my struggles, but now they seem to carry a different weight; at the same time, there are some questions which I feel like I'm asking myself for the first time.

Initally I pictured Silvestre as a young adult, someone who was 20 or 21 years old; the first versions of the script were written having that in mind, almost four years ago. I decided then that what made sense was to bring the character closer to what I'm living now, intrigued by this idea of him as someone who was not able to solve the conflicts that all of us, in a way or another, experience throughout our 20s (the urge to build a sense of independence, the need for stability, both material and emotional), and finding himself in a kind of dead end. That's the story I set to tell here.


cast PAULO DINIS, LUÍS LOBO PIMENTA, CLEO TAVARES, JOÃO PEDRO MAMEDE, RITA MARTINS, JOANA JESUS


screenplay and directing RÚBEN GONÇALVES production PEDRO HENRIQUE sound DIANA SANTOS (DI DI) & INÊS ADRIANA cinematography ANA MARIZ editing MARGARIDA MENESES assistant directing CATARINA CAMPOS & MADALENA FRAGOSO continuity FLÁVIO GONÇALVES set decoration TATIANA RAMOS wardrobe LUÍS BRÁS assistant camera ANA RAMOS lighting VÍTOR CARVALHO & FRANCISCO PIRES



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