Tentar sobreviver

******ACTUALIZAÇÃO******* Nas últimas 48 horas ofereceram nos um cabaz super generoso de alimentos. Temos a cozinha e o coração cheio. A Associação Refood já tem também o nosso contacto e disponibilizou se para nos garantir que não faltará comida um dia que seja. Para além disso todo o dinheiro que doaram vai nos ajudar bastante a pagar todas as contas e salvaguardar o Francisco. Também recebemos muitas propostas de emprego, que está semana terei entrevista, inclusive apoio da Câmara de Santarém juntamente com o Centro de Emprego para um apoio monetário em troca de serviços em escolas, que apesar de ser temporário é uma solução imediata e que com tempo conseguirei encontrar um emprego que se ajuste as nossas necessidades e nos ajude a crescer. Obrigada a todos os que ajudaram, doaram, partilharam. Tudo isto que estamos a receber agora é graças a vocês. ******************************

Olá, 
O meu nome é Margarida Guerreiro Fabiana, tenho 26 anos e vivo em Santarém. 

No início do ano de 2020, vi o meu emprego a desaparecer por culpa do Covid-19. Trabalhava em eventos e com recibos verdes mas todos sabemos que este sector ecom as condições em que trabalhava não se safou e muito menos teve acesso a ajudas. Ao longo destes 9 meses tenho tentado de tudo para conseguir apoio da Segurança Social mas sem sucesso. 

Sou mãe de um menino de 3 anos chamado Francisco. O Francisco apesar de ter um pai vive comigo a tempo inteiro, e a ajuda que recebemos não equivale às necessidades que ele necessita. 

Até Setembro vivíamos em Lisboa, mas fomos obrigados a mudar para Santarém, onde tínhamos uma casa de família vazia,pois não tínhamos como pagar renda. Foi uma mudança radical mas necessária. 

Desde que perdi o meu emprego, candidatei-me a inúmeros trabalhos, tais como, babysitter; colaboradora de loja; empregada de limpezas; agente imobiliária; caixeira; dog sitter, entre outros.. Mas a minhadisponibilidade de horários não ficou a nosso favor. O Francisco está na escola das 8h da manhã as 18h da tarde e dentro de esse horário e com a necessidade de terfins-de-semana livre por não ter onde deixar o meu filho durante esse período, tornou-se um obstáculo em conseguirmos dar a volta por cima e vivermos. 

Recorri ao Banco Alimentar, que ajudou 1 vez, com um cabaz de comida muito generoso,  mas infelizmente até a data não voltamos a ser selecionados para ajuda alimentar. 

Eu sei que o meu pedido de ajuda é igual a mais de 70% da população neste momento. E de forma alguma estou a desistir de continuar a tentar. Mas não posso mentir quando a ansiedade nos invade cada vez que acordamos e pensamos se hoje teremos comida para meter na mesa ao nosso filho ou não. Com este pedido de ajudapeço por favor apenas para ajudarem com o que conseguirem, pois de forma alguma quero “lucrar” com os outros. Peço também caso tenham acesso a algum emprego na zona de Santarém que aceite o meu horário disponível, garanto que não hesitarei em aceitar.  

Esta pandemia veio destruir e mudar muitas vidas, e chega a uma altura em que temos de pedir ajuda. Temos de lutar pelos nossos e garantir que não lhes falta nada.Pois bem, está sou eu a lutar pelo Francisco. 

Obrigada. 

 

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Organizer

Margarida Guerreiro Fabiana 
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Vale Flores, São Pedro do Sul, Portugal

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